10 de agosto de 2015

Dirigentes da Amatra IX se reúnem com deputado Rubens Bueno para tratar da PEC 555/06

IMG_4556

O presidente da Amatra IX, José Aparecido dos Santos, e o vice-presidente da entidade e diretor Administrativo da Anamatra, Paulo da Cunha Boal, reuniram-se com o deputado Rubens Bueno (PPS-PR), na tarde de hoje (10/08), em Curitiba (PR), para pedir urgente aprovação da PEC 555/2006. A proposta, que prevê a extinção da cobrança da contribuição sobre os proventos de aposentados e pensionistas, aguarda deliberação do Plenário da Câmara.

Os dirigentes entregaram ao parlamentar documento pedindo apoio para que a votação da matéria entre na Ordem do Dia da Câmara. “O deputado Rubens Bueno informou que o PPS é favorável à proposta e comprometeu-se a apoiar a assinatura do pedido de urgência, o que deve ser discutido na reunião dos líderes partidários”, afirma Paulo Boal.

Também participaram da reunião a vice-diretora de Relações Internacionais da AMB, Flávia da Costa Viana, a delegada da Ajufe no Paraná, Patrícia Helena Daher Panasolo, e o presidente da Associação dos Auditores Fiscais da Receita Federal no Paraná, Ademar Borges, entre outros dirigentes associativos.

No mês passado, a Anamatra sediou reunião de diversas entidades para discutir estratégia conjunta, com ações nos estados e no Congresso Nacional, visando sensibilizar deputados, o Governo e o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a urgência da votação da proposta. Leia mais.

Sobre a PEC

A PEC 555/2006 propõe a revogação do artigo 4º da Emenda Constitucional 41/2003, que estendeu a obrigatoriedade de pagamento da contribuição previdenciária aos servidores inativos e pensionistas da União, Estados e Municípios. Um substitutivo apresentado pelo deputado Arnaldo Faria de Sá estabeleceu redução gradual do desconto a partir de 60 anos e sua eliminação total no momento em que o aposentado completar 65 anos de idade.

No entendimento da Anamatra, a PEC corrige injustiças cometidas contra os servidores inativos e pensionistas que passaram a ser obrigados ao recolhimento da contribuição previdenciária não previsto no regime geral de previdência social, o que ofende os princípios da igualdade e isonomia.

 (Foto: Helder Zerek)