Antônio Bochenek toma posse como presidente da Ajufe

O juiz Antônio César Bochenek tomou posse, no dia 5 de junho, como presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). Em seu discurso, o magistrado reforçou a atuação institucional no Congresso Nacional na proposição de projetos de lei que visam à valorização da magistratura. “Para que a Justiça Federal esteja a altura dos brasileiros é preciso que seus membros tenham boas condições de trabalho, remuneração correlata aos deveres e atribuições do cargo de magistrado federal”. Realizada na sede do Clube Naval, em Brasília, a solenidade contou com a presença de mais de 400 convidados, incluindo autoridades dos três poderes da União.
Participaram da mesa de honra o ex-presidente da Ajufe, Nino Toldo; o vice-presidente do STF, Ricardo Lewandowski; o vice-presidente do STJ, Gilson Dipp; o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams; o ministro do STM Raymundo Nonato de Cerqueira Filho; o corregedor nacional de justiça, ministro Francisco Falcão; o corregedor geral da Justiça Federal, ministro Humberto Martins; o ministro-chefe da AGU, Luis Inácio Adams; o presidente da OAB, Marcus Vinicius Coelho; o presidente do TRF-2, desembargador Sérgio Schwaitzer; o presidente do TRF-3, desembargador Fábio Prieto; o presidente do TRF-4, Tadaaqui Hirose; desembargador Reinaldo Soares da Fonseca, representado o presidente do TRF-1; o presidente da AMB, João Ricardo Costa; e o presidente da Anamatra, Paulo Schmidt.
Estavam presentes ainda a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o ex-senador Sérgio Souza (PMDB-PR); e os deputados Paulo Teixeira (PT-SP), Eduardo Sciarra (PSD-PR), Osmar Serraglia (PMDB-PR), Sandro Alex (PPS-PR) e Paes Landim (PTB-PI).
O novo presidente da Ajufe destacou que, “fruto da composição de linhas de atuação e pensamento, a nova diretoria tem experiência e noviciado, prudência e arrojo em dialética que produzirá sínteses de alta qualidade”.
Bochenek ressaltou ainda o protagonismo e o pioneirismo da Ajufe em sua atuação legislativa, bem como a efetiva participação dos associados nas decisões da entidade. “A reputação ilibada e combativa da Ajufe foi modelada pelo denodo de cada um que, nos últimos 40 anos, entregou tempo e energia para edificar a cultura associativa. Ao longo do mandato, a diretoria atuará para todos e com todos, independentemente do posicionamento adotado durante a eleição”.
Para além da pauta remuneratória, o novo presidente da Ajufe lembrou que a instituição sempre trabalhou pelo aprimoramento institucional da Justiça Federal e do Poder Judiciário. “Não será diferente agora e os principais desafios serão a reestruturação do primeiro e segundo graus, LOMAN, a LOJF, bem como a melhoria das condições de trabalho dos juízes federais”.
De acordo com Bochenek, a atuação institucional será marcada pela articulação e interlocução qualificada com os representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário. “A participação e a mobilização da classe será para a defesa altaneira dos direitos, garantias e prerrogativas da magistratura federal, sem olvidar do envolvimento em projetos institucionais e sociais. Internamente, a democratização do Judiciário é anseio da carreira e trilha para a valorização da magistratura”.
(Com informações da Ajufe)