Amatra IX apoia a candidatura de Melina Fachin à Secretaria Executiva da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA

17 de dezembro de 2020 / 16:09

 

A Amatra IX manifestou integral apoio à candidatura da professora Melina Girardi Fachin para o cargo de secretária executiva da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA). A advogada paranaense é única brasileira finalista no processo seletivo e concorre com mais nove postulantes. Leia aqui a carta de apoio.

“A professora e advogada Melina Fachin é pessoa com ampla formação acadêmica, vasta experiência e reconhecida trajetória profissional na defesa dos direitos humanos”, destaca o presidente em exercício da Amatra IX, Marcos Blanco, no documento encaminhado hoje (17/12) à OEA. A entidade ressalta, ainda, que “os juízes do Trabalho do Estado do Paraná aguardam confiantes o resultado do processo seletivo e esperam a indicação da representante brasileira”.

Por iniciativa da Associação paranaense, a Anamatra também publicou moção de apoio aprovada pelo Conselho de Representantes da entidade. “A Anamatra sente-se extremamente honrada em apoiar a candidatura da professora Melina Fachin, única brasileira indicada para concorrer à Secretaria Executiva da CIDH, cujo trabalho é de extrema relevância no contexto americano e mundial para a defesa dos direitos humanos”, ressalta a entidade.

Atualmente, Melina Fachin coordena o Núcleo de Estudos em Sistemas de Direitos Humanos na Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde também atua como professora adjunta e chefe do Departamento de Direito Público da Faculdade de Direito, além de integrar diversas comissões e comitês em defesa dos direitos humanos.

Sobre a Comissão – Formada por 34 países e criada em 1959, a CIDH é composta por sete membros eleitos pela Assembleia Geral da OEA para um mandato de quatro anos, a partir de março de 2021, com direito a uma reeleição. Seis países (Brasil, México, Colômbia, EUA, Equador e Peru) disputam as três vagas que serão abertas ao final deste ano. Cada país vota em três candidatos nas eleições.

(Foto: Fachin Advogados Associados)